Um ciclo (sem fim?)

A edição de um jornal nunca pára. Seja na reportagem, na impressão ou na distribuição, sempre tem alguém trabalhando em prol da comunicação. Comunicação essa que se dá num longo período de 24 horas, tempo em que tudo pode acontecer ao redor do mundo. E o que acontece hoje, o leitor sabe amanhã. Essa é, sem dúvida, umas das razões da extinção do jornal impresso, o jornal cuja tinta mancha os dedos, e não informa na velocidade da sociedade contemporânea.

Independente do futuro do jornalismo impresso, o fato é que fazê-lo circular todos os dias não é uma tarefa fácil. Exige concentração, disciplina e organização de todas as partes envolvidas, por que não basta ter uma matéria bem escrita, se as cores do jornal não favorecerem a leitura.

O maior perigo para o jornal, entretanto, é a internet. A comunicação digital vem ocupando um espaço tremendo no campo das comunicações (eis um exemplo). A digitalização não significa o fim da profissão jornalista, mas provavelmente o fim do jornal periódico como conhecemos hoje. Evolução ou não, o importante para os jornalistas é saber se comunicar de todas as formas por todos os meios.

Postado por: Eduarda Alcaraz

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